Quando entrevistamos famílias que usam o Xoul, uma das primeiras coisas que queremos entender é para quê: o que o Xoul tem a oferecer a elas e quais são suas principais preocupações com a vida digital dos filhos e filhas.
Com frequência, ouvimos respostas como: “me preocupa que uma pessoa desconhecida entre em contato com ele”, “quero saber se ele tem conflitos com os colegas ou se consegue colocar limites”, “quero saber se está tudo bem, porque comigo ele não conversa”.
Hoje sabemos que a tecnologia pode ser uma ponte para muitos benefícios, como manter contato com amigos e com a família, aprender coisas novas, se divertir. Ao mesmo tempo, o mundo digital pode vir acompanhado de riscos online que, com razão, preocupam muitas mães e pais.
Por isso, no Xoul, buscamos apoiar as famílias levando informações sobre como seus filhos e filhas estão usando os aparelhos e oferecendo ferramentas para que possam intervir.
O Xoul usa inteligência artificial para analisar informações do celular dos jovens, em especial as conversas de WhatsApp. Essa análise é feita de forma segura e gera relatórios a partir de observações que podem ajudar a entender melhor o que está acontecendo, sempre cuidando da privacidade deles e priorizando as informações que podem ser úteis para quem cuida deles.
Por meio dessa análise, é possível observar diferentes aspectos da vida digital. Muitas das interações fazem parte de um uso cotidiano e saudável da tecnologia, em que os jovens se relacionam com os colegas, se expressam, se organizam e constroem suas relações. Em alguns casos, também podem aparecer sinais que indicam situações de mal-estar ou possíveis riscos, que podem exigir mais atenção.
Ter essas informações permite que as famílias tenham um olhar mais próximo desse mundo digital e facilita abrir conversas que muitas vezes não surgem espontaneamente.
Que situações de risco o Xoul já identificou
Hoje, o Xoul acompanha mais de mil famílias. Nesse tempo, conseguimos identificar diferentes situações de risco, que informamos para que mães e pais tivessem as informações necessárias para cuidar do bem-estar dos filhos e filhas.
Estas são algumas das situações que encontramos com mais frequência:
A tecnologia como ponte
Muitas vezes, crianças e adolescentes não conversam com os adultos. Às vezes porque não querem, ou porque têm medo de ser julgados ou punidos, porque não encontram espaço para se sentir ouvidos, ou até porque normalizaram experiências que merecem atenção, ou não têm as ferramentas para reconhecer que algo não está bem.
Por isso, o papel dos adultos se torna fundamental para acompanhar com informação e, sobretudo, com disponibilidade e escuta ativa.
A tecnologia, bem usada, pode ser essa ponte. Pode nos ajudar a entender melhor o que os jovens estão vivendo no mundo digital, a abrir conversas que de outro jeito não aconteceriam e a intervir quando a situação exige. Ter informação não precisa parecer uma invasão quando o objetivo é claro e voltado para o cuidado. Significa poder acompanhar com mais ferramentas e menos suposições.
O mundo digital em que nossos filhos e filhas crescem está cheio de possibilidades e também tem seus riscos. Poder percorrer esse mundo junto com eles, de forma informada e próxima, é uma forma concreta de cuidar.
Com o Xoul, você recebe relatórios privados sobre riscos, emoções e momentos importantes, sempre com um olhar respeitoso.

